Em costas negras

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2 comentários:

Jonas Barbosa disse...

Muito se escreveu sobre o tráfico negreiro entre Brasil e África.
É evidente sua importância para a compreensão da atualidade brasileira. Todos os intelectuais adoram escrever sobre isso.
Falando nisso, também os povos astecas, maias e mexicas viviam em constantes guerras e não escravizavam os homens derrotados: matavam todos em rituais, com a retirada do coração ainda batendo, além de matar as mulheres e crianças... Homem lobo do Homem.

Ana Lúcia Rabello disse...

Saudações e vida longa a este espaço!
Me senti muito feliz em descobrí-los, parabéns!
A desconstrução de estereótipos se dá com a visibilidade das culturas silenciadas. O fomento de pesquisas e críticas a estudos vistos como sacralizados no meio acadêmico, só reforça as necessidades de uma ciência que não é definitiva, como a História.
A questão não é se tornar juiz de valor, mas ter contribuições significativas para engendrarmos as experiências humanas no mundo.
Vida longa ao blog e espero que vocês possam conhecer um outro espaço de reflexão: http://ekodideculturafro.blogspot.com